Carla de Castro Gomes
Redes da Maré, Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
https://orcid.org/0000-0001-9259-8860
aborto, movimentos sociais, confronto político, enquadramento, gênero
Resumo
O artigo analisa o principal repertório de protesto utilizado pelo Movimento Nacional Brasil Sem Aborto, a Marcha Nacional Pela Vida. Após situar o surgimento desse ator coletivo no confronto político delineado a partir da Redemocratização entre movimentos feministas e “pró-vida”, analisamos as Marchas de 2020 e 2021, ocorridas online. Concluímos que existem dois enquadramentos estratégicos principais, e que entre uma marcha e outra, houve um deslocamento de ênfases – da figura do feto para a figura da “mãe” – que constitui um alargamento nos enquadramentos do campo antiaborto.
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Biografia do Autor
Ana Carolina de Oliveira Gonçalves, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Doutoranda em Sociologia pela Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ), mestre em sociologia pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGSA/UFRJ) e graduada em Ciência Política pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).
Felicia Silva Picanço, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Professora do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordena o Laboratório de Estudos sobre Diferenças, Desigualdades e Estratificação (LEDDE) na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutora e mestre em Sociologia pelo Instituto Universitário do Rio de Janeiro (IUPERJ) e graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Carla de Castro Gomes, Redes da Maré, Rio de Janeiro, RJ, Brasil / Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Pesquisadora da Redes da Maré e pesquisadora associada ao Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero (NESEG/UFRJ). Realizou pós-doutorado no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu (Unicamp), doutorado e mestrado em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGSA/UFRJ) e graduação em Ciências Sociais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da mesma universidade (IFCS/UFRJ).
Aparecida Fonseca Moraes, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Professora do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cocoordena o Núcleo de Estudos de Sexualidade e Gênero (NESEG/UFRJ). Doutora e mestre em Sociologia pelo PPGSA/UFRJ e graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
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