Denúncias de ‘corrupção governamental’ e conflitos políticos no segundo governo Vargas (1951–1954)

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DOI :

https://doi.org/10.17648/dilemas.v14n1.32530

Mots-clés :

corrupção no Brasil, conflitos políticos, representações da corrupção, governo Vargas (1951–1954), antropologia da política

Résumé

O artigo considera a emergência do fenômeno da corrupção no segundo governo Vargas como resultado e forma de expressão dos conflitos políticos entre “getulistas” e “antigetulistas”. Trata a chamada “corrupção no governo” não como um dado da administração ou da política, mas como um produto político. Com base em matérias dos jornais Correio da Manhã, Tribuna da Imprensa e Última Hora sobre  o “Inquérito do Banco do Brasil, o “Escândalo Cacex e o “Caso Última Hora”, identifica as denúncias de “corrupção no governo” como um exemplo histórico de representação da corrupção e de seu uso por partidários de um projeto de transformação política.

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Bibliographies de l'auteur

Marcos Otavio Bezerra, Universidade Federal Fluminense

Professor titular da Universidade Federal Fluminense (UFF, Niterói, Brasil) e pesquisador do Núcleo de Antropologia da Política (NuAP). É doutor e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Brasil) e tem graduação em ciências sociais pela UFF.

Giuliana Monteiro da Silva, Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em História (PPHR) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ, Rio de Janeiro, Brasil) e professora de história da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc-RJ). É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da UFF e licenciada em história pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Duque de Caxias (FFCLDC, Brasil).

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Publiée

2021-01-22