Paris, Viena: dois espectros de uma sociedade em crise

Auteurs

  • Leonardo Munk UFRJ

Résumé

Tendo o livro Tragédia Moderna como ponto de partida, e tomando as inquietações de Raymond Williams como minhas, tenciono iniciar, através do confronto com um texto de Arthur Schnitzler, uma discussão sobre a permanência da tragédia na modernidade. Em um capítulo fundamental para a compreensão da obra, “Tragédia e Revolução”, Williams vê a revolução como um fenômeno por si só trágico.

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Biographie de l'auteur

Leonardo Munk, UFRJ

Doutorando em Teoria Literária.

Références

KOSIK, Karel. O século de Grete Samsa: sobre a possibilidade ou a impossibilidade

do trágico no nosso tempo. Rio de Janeiro: UERJ, 1995, p. 23-3.

WILLIAMS, Raymond. Tragédia moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2002, p. 89.

KOSIK, p. 12.

WILLIAMS, R. p. 91.

Ibidem, p. 96.

PAZ, Octavio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1976, p. 66-7.

WILLIAMS, R. p. 98.

Ibidem, p. 117.

CANDIDO, Antonio. Na sala de aula. São Paulo: Ática, 1985, p. 75.

SCHNITZLER, Arthur. Anatol y A la cacatua verde. Madrid: Colección

contemporanea, 1921, p. 139.

Ibidem, p. 132.

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Publiée

2017-04-04

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Rubrique

Artigos