Quem sonha tem a alma morta

Rafael Weiss Brandt

Resumo


Por que a utopia parece tão distante? Por que há uma escassez dos que, por olhos intrépidos, ousam ver no mundo algo de melhor? É através da secura de uma realidade cinza que "Quem sonha tem a alma morta" tenta responder a essa pergunta. Nesse conto, que pode se passar em todos os períodos históricos do Brasil, experimenta-se um excerto de um dos tantos filhos rebeldes da mediocridade. É por ver a falta de cores do mundo que podemos aspirar ao colorido.


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