Doze dias de abril, sob teto de zinco

Benjamin Abdala Junior

Resumo


―Doze dias de abril, sob teto de zinco‖: uma leitura do romance Vinte e zinco, de Mia Couto, a partir de perspectivas teóricas atuais, que levam o pensamento crítico a ressaltar coexistências contraditórias de várias temporalidades num mesmo objeto, ou seja, o sentido híbrido inerente à constituição das coisas e do conhecimento. O registro literário do 25 de abril, na perspectiva de Mia Couto. Como essa data simbólica é problematizada nessa efabulação ficcional de 12 dias, onde os fatos cotidianos de uma região interior de Moçambique se vêem envolvidos numa rede que questiona o sentido histórico do evento e suas reais decorrências para o país.

PALAVRAS-CHAVE: Mia Couto, Moçambique; ficção pós-colonial, história, hibridismo


Palavras-chave


Mia Couto, Moçambique; ficção pós-colonial, história, hibridismo

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DOI: https://doi.org/10.35520/mulemba.2009.v1n1a4677

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