TERRA SONÂMBULA, DE MIA COUTO, E OS (DES)CAMINHOS DA MEMÓRIA E DA LINGUAGEM LITERÁRIA COMO REFORÇO DAS IDENTIDADES CULTURAIS

Andréa Trench de Castro

Resumo


O presente artigo tem como objetivo a análise do romance Terra sonâmbula (1992), do escritor moçambicano Mia Couto, inserindo-o na perspectiva dos estudos da memória, através da qual buscaremos relacionar os conceitos entre escrita e identidade. Além disso, buscaremos desenvolver uma análise que ressalte a perspectiva utópica presente no romance, por meio da qual se promove uma abertura a um futuro de novas expectativas e horizontes no contexto pós-colonial e uma tentativa de recuperação da identidade moçambicana.

PALAVRAS-CHAVE: memória; identidade; nação; utopia


Palavras-chave


memória; identidade; nação; utopia

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DOI: https://doi.org/10.35520/mulemba.2014.v6n10a4994

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