Graceland e Cidade de Deus: subvertendo a colonialidade nas favelas de Lagos e Rio de Janeiro

Divanize Carbonieri

Resumo


Neste artigo, estabeleço uma comparação entre os romances GraceLand (2004), do nigeriano Chris Abani, e Cidade de Deus (1997), do brasileiro Paulo Lins. Ambas as obras retratam adolescentes vivendo nas favelas, de Lagos e do Rio de Janeiro respectivamente. A favela funciona, então, como um cronotopo pós-colonial, compactando em si tempos e espaços do passado e do presente. O objetivo é demonstrar que essas narrativas centradas em jovens negros e pobres interrogam a colonialidade em que espaços afrodiaspóricos como Nigéria e Brasil ainda estão inseridos.


Palavras-chave


favelas; colonialidade; Chris Abani; Paulo Lins.

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DOI: https://doi.org/10.35520/mulemba.2015.v7n13a5037

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