Síndrome de flutter ocular e ataxia de tronco pós-infecciosa

Lucas Najar, Eduardo Hilário

Resumo


Objetivo: Descrever um quadro clínico subagudo pós-infeccioso caracterizado
por ataxia de tronco e flutter ocular. Relato de caso: Um homem de 37 anos previamente hígido, pouco após um quadro sistêmico inespecífico que se resolveu espontaneamente, deu início a movimentos involuntários hipercinéticos dos
olhos, da cabeça e desequilíbrio importante. Os sintomas evoluíram em poucos dias. Ao exame, apresentava ataxia de tronco e presença de flutter ocular. O líquor mostrou pleocitose discreta. Ressonância magnética (RM) de crânio e exames laboratoriais normais. Houve melhora espontânea e total dos sintomas em cerca de três semanas. Conclusão: A síndrome de flutter ocular e ataxia de tronco é rara e é
destacado a benignidade do quadro.


Palavras-chave


Neurologia

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