Independência funcional após acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico em relação à fisiopatologia de acordo com TOAST

Claudia Garcia Carrijo Fernandes, Danieli Damin Ferreira, Débora Bianca da Rosa Furtado, Júlia Hartmann, Jorge Luiz Winckler, Maria Isabel Morgan Martins, Luiz Carlos Porcello Marrone

Resumo


O Acidente Vascular Cerebral é uma das principais causas de morte no Brasil. O conhecimento sobre a etiologia do AVC é fundamental para uma adequada abordagem dessa doença. Objetivo: Avaliar se existe relação entre o subtipo de AVC isquêmico com o prognóstico dele e os fatores de risco. Métodos: Foram avaliados 86 casos de AVC isquêmico no Ambulatório de Neurologia do Hospital Universitário da cidade de Canoas-RS, no período de outubro de 2018 a novembro de 2019. Foi analisada a relação do prognóstico (mRankinS) com fatores de risco de AVC e TOAST. Resultados: Avaliando 86 pacientes com 60.5 (±10.1) anos (40 homens), identificamos que oclusão de pequenos vasos apresentou melhor prognóstico (p: 0.031) e cardioembolia um pior prognóstico de acordo com mRankinS (p< 0.001). Diabetes mellitus também apresentou um pior prognóstico (p: 0.021). Conclusão: Pacientes com AVC isquêmico secundário a oclusão de pequenos vasos apresentam melhor prognóstico de acordo com mRs. Mecanismos cardioembólicos e a presença de DM estão associados com o pior prognóstico neurológico

Palavras-chave


Neurologia

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