EXISTIR E RESISTIR: A HISTORICIDADE DA AMÉFRICA LADINA NOS CURRÍCULOS
DOI:
https://doi.org/10.59488/653Resumo
Este trabalho representa uma oportunidade ímpar de debater a respeito da pluralidade de identidades, de passados e culturas na sociedade brasileira. Urge avaliar historicidade e também as demandas por um currículo que contemple um saber amplo, de resistência, lutando por uma filosofia educacional que integre as origens indígenas e africanas do Brasil e do continente americano. Conforme Conceição Evaristo, é necessário, tanto na educação como na literatura e na sociedade, ter a práxis quilombola como um paradigma de luta. Para isso, é necessário antes, o exercício historiográfico de enxergar o quilombo não como um refúgio, mas como um modo de vida também. As principais diretrizes individuais e coletivas para currículos pedagógicos mais plurais que ensinem o respeito à alteridade parte do princípio de entender a natureza colonialista das heranças socioeconômicas e ideológicas do capitalismo e do discurso das classes dominantes. Nesse sentido, é necessário que se entenda também como o paradigma da modernidade avançou no Brasil e na América.
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