EL ARTE Y LO SENSITIVO EN LA FORMACIÓN EN TERAPIA OCUPACIONAL

Art and sensitivity in Occupational Therapy training

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto65045

Palabras clave:

Terapia ocupacional, Tendências, Criação, arte, Cartografia

Resumen

Resumen: Introducción: Este trabajo presenta reflexiones sobre los aportes del proyecto de Extensión Universitaria titulado Laboratorio de (información suprimida) desarrollado en el Curso de Terapia Ocupacional (información suprimida). Objetivos: Mapear las experiencias de un grupo de extensión mediante el uso de lenguajes artísticos para desarrollar el potencial creativo en la formación en Terapia Ocupacional. Método: Para registrar miradas, vivencias y singularidades, se utilizó la cartografía como método para realizar la investigación, donde fue posible valorar los movimientos propios de cada sujeto y realizar un proceso de escucha-escritura que conecta y articula historias y actividades. Resultados: Las experiencias constituyeron un espacio para la creación de líneas de fuerza que articularon conocimientos, ofreciendo pasajes a lo porvenir y acontecimientos, demostrando la importancia de experimentar metodologías y técnicas artísticas en la formación de terapeutas ocupacionales; Lanzarse a las experiencias de estas actividades y estar atento al disfrute del propio proceso creativo y estético ofreció una apertura a nuevos significados. Conclusión: Al experimentarse y verse en las actividades, los participantes pudieron incursionar en la creación de un circuito de conocimiento de expresiones y comunicaciones gestuales sensibles, ampliando repertorios para el desempeño profesional

Biografía del autor/a

Grasielle Tavares, Universidade de Brasilia (UnB)

terapia ocupacional, saúde pública, gerontologia,  cultura e artes

Citas

Bondía J. L. (2002). Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação, 19, 20-28. https://doi.org/10.1590/S1413-24782002000100003

Castro, E. D. (2001). Atividades Artísticas e Terapia Ocupacional: construção de linguagens e inclusão social [Tese de Doutorado, Universidade de São Paulo]. https://repositorio.usp.br/item/001177511

Coccia, E. (2010). A Vida sensível. Cultura e Barbárie.

Domingo, J. C., & Ferré, N. P. de L. (2010). La experiencia y la investigacion educativa. In J. C. Domingo & N. P. de L. Ferré (Eds.), Investigar la experiencia educativa. Morata.

Graham-Dixon, A. (2012). Arte, o guia visual definitivo. [S.l.]. Publifolha.

Domingo, J. C. (2013). Lugares de experiência, espaços de formação: o saber e a experiência na formação inicial dos professores. In A. Ferrari (Org.), A potencialidade do conceito de experiência para educação. Ed. UFJF.

Duarte Junior, J. F. (2010). O sentido dos sentidos: e educação (do) sensível. Criar Edições.

Deleuze G., & Guattari, F. (1995). Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia Vol.1. (1th ed.). Editora 34.

Favre, R. Viver, pensar e trabalhar o corpo como um processo de existencialização contínua. Revista Reichiana, 13, 75-84. https://www.hernankesselman.com.ar/viver-pensar-e-trabalhar-o-corpo-como- um-processo-de-existencializacao-continua/

Flusser, V. (1994). Los gestos: Fenomenologia y Comunicacíon. Editorial Herder. Guatarri, F., & Rolnik S. (1986). Micropolítica: cartografias do desejo. (2ª. ed.). Vozes.

Heidegger, M. (1987). La esencia del habla. In M. Heidegger (Ed.), De camino al habla. Edicionaes del Serbal.

Inforsato, E.A; Buelau, R,M.; Castro, E.D.de & Lima, E.M.F. de A. Arte, saúde e cultura na formação em Terapia Ocupacional: atividades, corpo e produção de subjetividade na experiência do Pacto. In: Silva, Carla Regina. (Org). Atividades humanas e Terapia Ocupacional: saber-fazer, cultura, poliítica e outras resistências. 2 ed. São Paulo: Hucitec; São Carlos, SP: AHTO - Atividades Humanas e Terapia Ocupacional, 2019.

Kagan, M. (1987). El Arte en el sistema de la actividad humana. In Colectivo de autores. Estética, selección de lecturas. Editorial Pueblo y Educación.

Kneller, G. (1987). Arte e Ciência da criatividade. (9th ed.). IBRASA.

Lima, E. M. F. A. (1997). Clínica e Criação. A utilização de Atividades em Instituições de Saúde Mental [Dissertação de Mestrado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo]. https://www.pucsp.br/nucleodesubjetividade/Textos/beth/clinica.pdf

Lima, E. M. F. A., & Pélbart, P P. (2007). Arte, clínica e loucura: um território em mutação. História, Ciências, Saúde, Manguinhos, 14(3), 709-735. https://doi.org/10.1590/S0104-59702007000300003

Mecca, R. C. (2008). Experiência estética na terapia ocupacional em saúde mental: gestos na matéria sensível e alojamento no mundo humano [Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo]. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5163/tde-15122008-163550/publico/RenataCMecca.pdf

Quarentei, M. S. (2001). Terapia Ocupacional e a Produção de Vida. Porto Alegre. In Conferência de Encerramento do 7 Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional. Porto Alegre.

Quarentei, M. S. (2007). Do ocupar à criação de territórios existenciais. In Anais do Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional. Goiânia.

Silveira, N. da. (1981). Jung: vida e obra/Nise da Silveira. (7th ed.). Paz e Terra. Ostrower, F. (1998). A construção do olhar. In A. Novaes (Org.), O olhar. Cia das Letras. Ostrower, F. (1990). Acasos e criação. Campus.

Ostrower, F. (1989). Criatividade e processos de criação. (7th ed.). Vozes.

Santos, C.C; Barros, F.A.C; Silva, J.A; Mecca, R.C. Tão perto, tão longe: fragmentos de proximidade e distância na aprendizagem com práticas artisticas e corporais. In: Cardoso, Tavares, Oliveira (2024). Experiências sensíveis e críticas em terapia ocupacional: (entre) linhas formativas. – 1 ed.- São Paulo: Hucitec, 2024.-359p.(Coleção Terapia Ocupacional e Interfaces: Tradições e Inovações, v.1).

Zanella, A. V. et al. (2006). Relações estéticas, atividade criadora e constituição do sujeito: algumas reflexões sobre a formação de professores(as). Cad. psicopedag., 6(10), 1-17. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-10492006000100002

Publicado

2025-03-12