LA DINÁMICA DE LA ATENCIÓN EN LA CALLE: ¿UN CAMPO PARA LA ADVOCACY EN TERAPIA OCUPACIONAL?

The dynamics of care on the streets: an field of advocacy in occupational therapy?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto67721

Palabras clave:

Justicia ocupacional, Terapia Ocupacional, Personas en Situación de Calle.

Resumen

Introducción: En Brasil y otros países, el aumento de personas sin hogar refleja una de las formas más dramáticas de desigualdad social. En este contexto, tanto el sector público como la red sociocomunitaria juegan un papel clave en la atención a estas personas. En lo que respecta a la Terapia Ocupacional, entre los constructos teórico-prácticos contemporáneos de la profesión, los conceptos de Justicia Ocupacional y Advocacy parecen ser un importante punto de partida en el esfuerzo por subsidiar la intervención de la Terapia Ocupacional con personas en situación de vulnerabilidad social, incluyendo a las personas en situación de calle. Objetivo: Mapear las iniciativas en la región metropolitana de Belém/PA para identificar y destacar los métodos de atención a las personas sin hogar, con el fin de explorar posibles aplicaciones de Advocacy en Terapia Ocupacional. Método: Investigación cualitativa, descriptiva y cartográfica. Resultados: Se identificaron ocho instituciones/organizaciones enfocadas en la atención a personas sin hogar: cinco del sector público y tres de la red sociocomunitaria. Discusión: En Belém, las redes de apoyo social para personas sin hogar se dividen en dos enfoques principales: atención psicosocial y asistencia. El intercambio afectivo en el territorio muestra un horizonte de oportunidades para aplicar la Justicia Ocupacional a través de Advocacy. Conclusión: El área estudiada presenta un terreno fértil para la aplicación de Advocacy en Terapia Ocupacional. Se recomienda ampliar esta investigación a otras ciudades y profundizar en la teoría de la Justicia Ocupacional.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Letícia Alves da Silva, Universidade do Estado do Pará - UEPA

Universidade do Estado do Pará - UEPA

Lucivaldo da Silva Araújo, Universidade do Estado do Pará - UEPA

Universidade do Estado do Pará - UEPA

Marlisom Messias Passos da Costa, Universidade do Estado do Pará - UEPA

Universidade do Estado do Pará - UEPA

Ingrid Bergma da Silva Oliveira, Universidade do Estado do Pará - UEPA

Universidade do Estado do Pará - UEPA

Adriene Damasceno Seabra, Universidade do Estado do Pará - UEPA

Universidade do Estado do Pará - UEPA

Citas

Anéas, T. V., & Ayres, J. R. C. M. (2011). Significados e sentidos das práticas de saúde: a ontologia fundamental e a reconstrução do cuidado em saúde. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 15(38), 651–662. https://doi.org/10.1590/S1414-32832011000300003 DOI: https://doi.org/10.1590/S1414-32832011000300003

Araujo, L. S., & Bassalo, J. F. (2019). Modos de cuidado e saúde mental: apontamentos para uma prática psicossocial. Revista do NUFEN, 11(3), 137–153. https://doi.org/10.26823/RevistadoNUFEN.vol11.nº03ensaio51

Bardin, L. (1977). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.

Boff, L. (2000). A perigosa travessia para a república mundial. In: ARAÚJO, W. (org.). Quem está escrevendo o futuro? 25 textos para o século XXI. Letra Viva. Brasília.

Boop, C., Cahill, S. M., Davis, C., Dorsey, J., Gibbs, V., Herr, B., Kearney, K., Liz Griffin Lannigan, E., Metzger, L., Miller, J., Owens, A., Rives, K., Synovec, C., Winistorfer, W. L., & Lieberman, D. (2020). Occupational Therapy Practice Framework: Domain and Process—Fourth Edition. The American Journal of Occupational Therapy, 74(Supplement_2), 7412410010p1-7412410010p87. https://doi.org/10.5014/AJOT.2020.74S2001 DOI: https://doi.org/10.5014/ajot.2020.74S2001

Borges, M. C. G. (2018). Conhecendo a população em situação de rua: quantificação e perfil em Belém/PA a partir do atendimento socioassistencial dos anos 2015-2016. http://blog.mds.gov.br/redesuas/experiencia-de-belem-pa/.

Bustamante, V., & McCallum, C. (2014). Cuidado e construção social da pessoa: contribuições para uma teoria geral. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 24(3), 673–692. https://doi.org/10.1590/S0103- 73312014000300002 DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-73312014000300002

Clara, A., Patrício, A., Alves, R., Athayde, A., & DeAquino, T. A. A. (2022). A influência da espiritualidade e da religiosidade no sentido de vida de pacientes oncológicos. REVER: Revista de Estudos Da Religião, 22(1), 179–196. https://doi.org/10.23925/1677-1222.2021VOL22I1A12 DOI: https://doi.org/10.23925/1677-1222.2021vol22i1a12

Costa-Rosa, A. (2000). O modo psicossocial: um paradigma das práticas substitutivas ao modo asilar. In: Amarante, P., org. Ensaios: subjetividade, saúde mental, sociedade [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ. https://books.scielo.org/id/htjgj/pdf/amarante-9788575413197-09.pdf

Decreto nº 7.053 de 23 de dezembro 2009. (2009). Institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua e seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento, e dá outras providências. https://www.mds.gov.br/webarquivos/legislacao/assistencia_social/decreto/decreto_7053.pdf

DePaula, T., & Souza, P. (2015). O método da cartografia: conhecer e cuidar de processos singulares. Facultad Nacional de Salud Pública: El Escenario Para La Salud Pública Desde La Ciencia, ISSN-e 0120- 386X, Vol. 33, No. 0, 2015, 33(0), 16. https://doi.org/10.17533/udea.rfnsp.v33s1a12 DOI: https://doi.org/10.17533/udea.rfnsp.v33s1a12

Franco, T. B., & Merhy, E.E. (2013). O reconhecimento de uma produção subjetiva do cuidado. In: Trabalho, produção do cuidado e subjetividade em saúde: textos reunidos São Paulo: Hucitec.

Hallais, J. A. da S., & de Barros, N. F. (2015). Consultório na Rua: visibilidades, invisibilidades e hipervisibilidade. Cadernos de Saúde Pública, 31(7), 1497–1504. https://doi.org/10.1590/0102- 311X00143114 DOI: https://doi.org/10.1590/0102-311X00143114

Hansen, A. M. W. (2013). Bridging theory and practice: Occupational justice and service learning. Work, 45(1), 41–58. https://doi.org/10.3233/WOR-131597 DOI: https://doi.org/10.3233/WOR-131597

Heidegger, M. (2015). Ser e Tempo. Rio de Janeiro: Vozes.

Juliano, M. C. C., & Yunes, M. A. M. (2014). Reflexões sobre rede de apoio social como mecanismo de proteção e promoção de resiliência. Ambiente & Sociedade, 17(3), 135–154. https://doi.org/10.1590/S1414-753X2014000300009 DOI: https://doi.org/10.1590/S1414-753X2014000300009

Libardoni, M. (2000). Fundamentos Teóricos e Visão Estratégica da Advocacy. Revista Estudos Feministas, 8(2), 207–207. https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/11936/11202

Minayo, M. C. S., Deslandes, S. F., & Gomes, R. (2011). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Editora Vozes Limitada.

Moreira, A. B. (2010). Nietzsche e Espinosa: fundamentos para uma terapêutica dos afetos. Cadernos Espinosanos, 24, 141–165. https://doi.org/10.11606/ISSN.2447-9012.ESPINOSA.2010.89423 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2010.89423

Oliveira, K. K. B., & Gomes, A. L. C. (2025). Assistência social e assistencialismo no Brasil: Desafios para superar o legado da benevolência – uma revisão integrativa (2012–2022). Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 14(10), e118141049737. https://doi.org/10.33448/rsd-v14i10.49737 DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v14i10.49737

Palhares, T. C. da S., & Palhares, T. C. da S. (2021). Direitos Sociais e Pessoas em Situação de Rua: Análise da (In) Visibilidade De Pessoas em Situação De Rua. Revista de Direito Sociais e Políticas Públicas, 7(1), 102–119. https://doi.org/10.26668/IndexLawJournals/2525- 9881/2021.v7i1.7868 DOI: https://doi.org/10.26668/IndexLawJournals/2525-9881/2021.v7i1.7868

Passos, E., Kastrup, V., & Escóssia, L. (2009). Pistas do método da cartografia: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina.

Penha, L. T. D., & Marques, M. V. A. M. (2020). Justiça Ocupacional Aplicada: uma revisão. Monografia de graduação, Universidade do Estado do Pará, Belém, PA, Brasil.

Pereira, B. P., Soares, C. R. S., Galvani, D., da Silva, M. J., de Almeida, M. C., Bianchi, P. C., & Barreiro, R. G. (2020). Terapia Ocupacional Social: reflexões e possibilidades de atuação durante a pandemia da Covid-19/Social Occupational Therapy - reflections and possibilities for action the COVID-19 pandemic. Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional - REVISBRATO, 4(3), 554–566. https://doi.org/10.47222/2526-3544.RBTO34432 DOI: https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto34432

Pereira, M. F. R. (2006). As práticas assistencialistas e a institucionalização da cultura do benefício. http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/21170

Prodanov, C. C.,& DeFreitas, E. C. (2013). Metodologia do trabalho científico: métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. Nova Hamburgo: Feevale.

Resolução nº 145 de 05 de outubro de 2004. (2004). Aprova a Política Nacional de Assistência Social. https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/PNAS2004.pdf

Resolução COFFITO n° 425, de 08 de julho de 2023 (2013). Estabelece o Código de ética de Deontologia de Terapia Ocupacional. https://www.coffito.gov.br/nsite/?page_id=3386

Sotero, M. (2011). Vulnerabilidade e vulneração: população de rua, uma questão ética. Revista Bioética, 19(3), 799–817. https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/677

Stover, A. D. (2016). Client-Centered Advocacy: Every Occupational Therapy Practitioner’s Responsibility to Understand Medical Necessity. The American Journal of Occupational Therapy, 70(5), 7005090010p1- 7005090010p6. https://doi.org/10.5014/AJOT.2016.705003 DOI: https://doi.org/10.5014/ajot.2016.705003

VanWijk, L. B., & Mângia, E. F. (2017). O cuidado a Pessoas em Situação de Rua pela Rede de Atenção Psicossocial da Sé. Saúde Em Debate, 41(115), 1130–1142. https://doi.org/10.1590/0103- 1104201711511 DOI: https://doi.org/10.1590/0103-1104201711511

Vinuto, J. (2014). A amostragem em bola de neve na pesquisa qualitativa. Tematicas, 22(44), 203– 220. https://doi.org/10.20396/TEMATICAS.V22I44.10977 DOI: https://doi.org/10.20396/tematicas.v22i44.10977

Ximenes, V. M., Esmeraldo Filho, C. E., DeCarliris Barbosa Malhado, S., Moreno, R. S., & Monteiro, M. N. B. P. (2021). Apoio social para pessoas em situação de rua: Interface com saúde, direitos humanos e dimensão subjetiva. Psicoperspectivas. Individuo y Sociedad, 20(2). https://doi.org/10.5027/PSICOPERSPECTIVAS-VOL20-ISSUE2-FULLTEXT-2184 DOI: https://doi.org/10.5027/psicoperspectivas-Vol20-Issue2-fulltext-2184

Publicado

2026-05-01

Cómo citar

Alves da Silva, L., da Silva Araújo, L., Messias Passos da Costa, M., Bergma da Silva Oliveira, I., & Damasceno Seabra, A. (2026). LA DINÁMICA DE LA ATENCIÓN EN LA CALLE: ¿UN CAMPO PARA LA ADVOCACY EN TERAPIA OCUPACIONAL? The dynamics of care on the streets: an field of advocacy in occupational therapy?. Revista Interinstitucional Brasileira De Terapia Ocupacional - REVISBRATO, 10(2), 4023–4042. https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto67721