EL JUEGO Y LA RELACIÓN TRIÁDICA COMO RESISTENCIA: UN ESTUDIO DE CASO SOBRE EL MÉTODO DE TERAPIA OCUPACIONAL DINÁMICA EN UN CONTEXTO NEOLIBERAL
Play and the triadic relationship as resistance: a case study on the Dynamic Occupational Therapy Method in a neoliberal context
DOI:
https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto71400Palabras clave:
Terapia Ocupacional, Niñez, Políticas Públicas, Salud Mental, Centro de Atención PsicosocialResumen
Contextualización: A partir del análisis de un caso clínico de una niña atendida en un Centro de Atención Psicosocial Infantojuvenil (CAPS IJ), este artículo busca reflexionar sobre cómo el Método de Terapia Ocupacional Dinámica (MTOD) puede operar como una práctica clínico-política de resistencia a la lógica neoliberal. Proceso de Intervención: El proceso de intervención se fundamentó en el Método de Terapia Ocupacional Dinámica (MTOD) en el cuidado de Amora (nombre ficticio), una niña negra de cinco años diagnosticada con autismo y acompañada en un servicio de la Red de Atención Psicosocial del Sistema Único de Salud. En el MTOD, la relación triádica constituye un punto central del proceso terapéutico, operando como un dispositivo clínico y ético-político que sostiene la ampliación de los espacios de salud, participación e inclusión social. Este enfoque permitió organizar el cuidado desde la singularidad de la niña, considerando su historia, sus relaciones y los atravesamientos raciales y sociales presentes, desplazándose de una lógica de cuidado basada únicamente en el diagnóstico médico. Análisis Crítico de la Práctica: Se analiza cómo el juego y la relación triádica (terapeuta–sujeto–actividades) pueden constituir prácticas de resistencia a la lógica neoliberal que fragmenta el cuidado. Al sostener vínculos, relaciones dinámicas, historicidad y producción de sentido en el encuentro clínico, el MTOD desplaza intervenciones centradas en el diagnóstico y en metas de rendimiento, reafirmando el cuidado como un proceso ético, político y situado. Síntesis de las consideraciones: El caso revela que, incluso en contextos de vulnerabilidad, una clínica sustentada en la singularidad y en la historicidad puede resistir prácticas normativas y medicalizantes, fortaleciendo el lugar de la niña como sujeto de derechos, deseo y creación.
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