Atrito linguístico em plosivas em início de palavra: dados de bilíngues e trilíngues

Autores

  • Laura Castilhos Schereschewsky Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Ubiratã Kickhöfel Alves Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Felipe Flores Kupske Universidade Federal da Bahia (UFBA).

DOI:

https://doi.org/10.31513/linguistica.2019.v15n2a21353

Palavras-chave:

Atrito Fonético. Voice Onset Time. Transferência Linguística.

Resumo

Este trabalho tem como objetivo discutir evidências de atrito linguístico do português (L1) em falantes bilíngues (português e inglês-L2) e trilíngues (português, inglês-L2 e alemão-L3). Investigamos, neste estudo, os diferentes padrões de produção de Voice Onset Time (VOT) das  plosivas surdas (bilabiais, alveolares e velares) em posição inicial de palavra nas línguas referidas. Os resultados encontrados sugerem a ocorrência de atrito linguístico mesmo em um ambiente onde a L2 ou a L3 não é dominante, além de trazerem evidências sobre a multidirecionalidade da transferência linguística e a importância da tipologia no desenvolvimento de línguas adicionais, de modo a ressaltar o seu caráter dinâmico.

 

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DOI: http://dx.doi.org/10.31513/linguistica.2019.v15n2a21353

Biografia do Autor

Laura Castilhos Schereschewsky, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Ubiratã Kickhöfel Alves, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Professor do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Felipe Flores Kupske, Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Professor do Departamento de Letras Germânicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

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Publicado

2019-12-23