Fonte de valoração do Caso ergativo e do Caso absolutivo em línguas indígenas brasileiras

Fábio Bonfim Duarte

Resumo


Este artigo assume que o Caso ergativo, em algumas línguas Jê, é valorado em direta conexão com a atribuição de papel theta ainda na fase vP. Adicionalmente, propõe-se que Caso absolutivo pode ser considerado formalmente idêntico a acusativo ou a nominativo. Neste sentido, quando o sujeito de inacusativos exibe Caso acusativo, temos uma situação em que o núcleo To não estará apto a valorar Caso nominativo. Como conseqüência, sujeito de verbos inacusativos, em línguas como o Tenetehára, tem seu Caso valorado no domínio vP, claramente violando uma das generalizações de Burzio.


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DOI: https://doi.org/10.31513/linguistica.2008.v4n2a4414

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