A sintaxe e a morfologia das nominalizações na língua tenetehára (tupí-guaraní)

Quesler Fagundes Camargos

Resumo


Este trabalho tem por objetivo examinar as nominalizações agentivas, eventivas e resultativas na língua Tenetehára. Apesar de Marantz (1997), Alexiadou (2001) e Borer (2003, 2005) afirmarem que as nominalizações resultativas são construídas a partir de raízes, vou mostrar, com base nas construções causativas, que em Tenetehára essas estruturas são morfologicamente complexas e assim podem sofrer decomposição. Paralelamente, as nominalizações agentivas também exibem uma estrutura verbal complexa. Nosso principal argumento se fundamenta no fato de essa construção combinar-se com morfologia causativa e aplicativa, por exemplo. Veja que essa proposta opõe-se parcialmente a Baker & Vinokurova (2009), visto que esses autores assumem que verdadeiros nominalizadores agentivos devem se juntar a VPs.

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DOI: https://doi.org/10.31513/linguistica.2016.v12n2a5471

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