Macro-Jê: das origens à atualidade

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DOI:

https://doi.org/10.31513/linguistica.2025.v21n3a74896

Resumo

Este número reúne artigos derivados das apresentações no X Encontro de Línguas e Culturas Macro-Jê, realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, em maio de 2025. O evento é dedicado exclusivamente ao Macro-Jê e tem por objetivo promover o intercâmbio entre pesquisadores (pós-graduandos, linguistas, antropólogos, educadores, historiadores etc.) dedicados às línguas e aos povos desse tronco linguístico. Os artigos aqui reunidos refletem a diversidade de temas demandados pela realidade indígena no cenário brasileiro, especialmente entre os povos Macro-Jê, abrangendo assuntos relacionados à educação, à etnografia, à história e aos estudos linguísticos (alcançando a fonologia, a morfologia, a sintaxe e a semântica), sob diferentes correntes teóricas.

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Biografia do Autor

Gean Nunes Damulakis , Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Membro do Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL/UFRJ), do qual é coordenador desde 2022, e Professor Associado III no Departamento de Linguística e Filologia da Faculdade de Letras da UFRJ. Membro do PROFLETRAS (Mestrado Profissional em Letras/UFRJ), do qual foi coordenador entre 2017 e 2020. Fez pós-doutorado em Stony Brook University (NY/EUA) e possui Mestrado (2005) e Doutorado (2010) em Linguística pela UFRJ, tendo concluído a Graduação em Português-Alemão, em 2002, na mesma instituição. É Pesquisador Associado do Museu Nacional/UFRJ, onde atua como colaborador no PROFLLIND (Programa de Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas) e no CELIB (Curso de Especialização de Línguas Indígenas Brasileiras). Atuou em 2005 e 2006 como Professor Substituto de Linguística e em 2009 e 2010 como Professor Substituto de Alemão na Faculdade de Letras da UFRJ. Tem experiência nas áreas de Educação Escolar Indígena, Ensino de Língua Alemã, Ensino de Língua Portuguesa e de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística, pesquisando principalmente nos seguintes temas: línguas indígenas, português, alemão, fonologia e variação.

Maxwell Gomes Miranda , Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Professor Associado I no Curso de Letras, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Campus Universitário do Araguaia, em Barra do Garças - MT. Possui Doutorado (2014) e Mestrado (2010) em Linguística pela Universidade de Brasília (UnB), tendo realizado Estágio de Pós-Doutorado (2020-2021) no Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp). Atua na linha de pesquisa Descrição, Análise e Documentação de línguas indígenas brasileiras, especialmente, aquelas filiadas à família Jê e ao tronco Macro-Jê, sobre as quais desenvolve pesquisa nas áreas de Morfologia, Sintaxe, Tipologia Linguística, Gramaticalização e Linguística Histórica. É vice-coordenador do Grupo de Pesquisa "Grupo de Estudos, Descrição e Documentação de Línguas Indígenas (GEDDELI)", na Universidade Federal de Mato Grosso, e é pesquisador vinculado ao Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas - Aryon Dall'Igna Rodrigues, da Universidade de Brasília. Atualmente, desenvolve pesquisa sobre aspectos gramaticais e discursivo-pragmáticos do m#7869;h#297; jarkwa (Timbira, Jê Setentrional) falado pelo povo krahô, o qual está localizado na região nordeste do estado de Tocantins. (Texto informado pelo autor)

Wellington Pedrosa Quintino, Universidade do Estado do Mato grosso (UNEMAT)

Possui Graduação em Letras - Português / Inglês pela Universidade Estadual do Ceará-UECE, (1992), Mestrado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP, (2000), e Doutorado em Linguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ, (2012). Atualmente é professor adjunto do Departamento de Letras e professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Linguística-PPGL da Universidade do Estado de Mato Grosso. Coordena o projeto de pesquisa Towards a Typology of Engagement: social cognition in grammar, the Kithalu case, em parceria com a Universidade de Stockholm. Desenvolve pesquisa e trabalho de campo em Terra Indígena desde 1994. Tem experiência em Teoria e análise Linguística, com ênfase em Fonética e Fonologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Nasalização; Línguas Indígenas de Mato Grosso; Línguas Indígenas de Sinais; Língua Xavante; Cultura Material e Imaterial. Coordenador da linha de pesquisa: Descrição e Documentação de Línguas Indígenas e membro do GT Estudos Linguísticos na Amazônia Brasileira - ELIAB.

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Publicado

2025-12-30