Aristote, créateur du Parménide díkranos que nous héritons aujourd'hui

Nestor Cordero

Resumo


Todos os estudos consagrados a Parmênides leem seu "Poema" como se fosse escrito da seguinte maneira: Introdução (fr.1), Caminho da Verdade (fr.2 - fr.8.50), “Caminho das Aparências” (Doxa) (fr.8.51 - fr.19). No entanto, esta ordem foi proposta em 1795 por G.G.Fülleborn, com base na interpretação de Simplício, inspirada por Aristóteles. Mas Aristóteles já havia “platonizado” Parmênides, aplicando-lhe um esquema dualista inexistente antes de Platão. Se não tomarmos cuidado com o erro de Aristóteles, a interpretação de Simplício, assim como o arranjo de Fülleborn, devem ser abandonados, especialmente porque a doxa, no tempo de Parmênides, significa “opinião” e não tem um valor ontológico, sinônimo de “aparências”. Não há em Parmênides um estudo de dois objetos (ser e aparências), mas um único objeto, considerado de dois pontos de vista opostos.

Palavras-chave


Parmênides; dualismo; doxa; pré-socráticos

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