O Simbolismo e a poética de Eugénio de Castro

Álvaro Cardoso Gomes

Resumo


Pretendemos, neste artigo, estudar os prefácios que Eugénio de Castro escreveu para seus dois livros de tendências simbolistas, Oaristos (1890) e Horas (1891) e, na sequência, tentar compreender a poética do autor, por meio da análise de dois poemas emblemáticos, que expressam as características fundamentais da nova estética, “Um sonho” e “Um cacto no polo”. Metodologicamente, nossa abordagem, numa primeira instância, enveredará pela história e teoria literária e, numa segunda instância, pela crítica literária com a análise de ambos os poemas.

Palavras-chave


Simbolismo, Eugénio de Castro, Oaristos, Horas, poética

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DOI: https://doi.org/10.35520/diadorim.2020.v22n1a31991

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