"Na coxilha cheirosa do teu seio": imaginário e paisagem na poesia de Vargas Neto

João Claudio Arendt

Resumo


Este artigo discute o imaginário social presente na poesia de Vargas Neto, autor que integra o grupo de poetas gauchescos nos anos 1920. A análise centra-senas obras Tropilha crioula (1925) e Gado xucro (1929), eleva em conta as relações espaço-temporais que se estabelecem nos poemas e, a seu modo, revelam aspectos coletivos do passado sul-riograndense. Nas obras estudadas, o imaginário toma forma na representação da paisagem, da vida social e dos fatos históricos, em nítida oposição aos valores culturais situados no presente da escritura poética. O resgate de um tempo e de um espaço míticos mostra-se ao poeta como alternativa ideal para os conflitos existenciais resultantes da urbanização e da transformação dos meios de produção que se efetivaram nas primeiras décadas do século XX.

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DOI: https://doi.org/10.35520/diadorim.2009.v5n1a7940

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