Das vozes que vêm: coralidade, tempo e resistência em "Deixa passar o meu povo!", de Noémia de Sousa

Júlio César Machado de Paula

Resumo


Analisa-se nesse artigo, a partir da leitura de “Deixa passar o meu povo!”, de Noémia de Sousa, a configuração de uma resistência poética a partir da recolha de referências culturais da diáspora africana, especialmente da música coral norte-americana. Busca-se apontar, ao final, a possibilidade de se pensar a diáspora como um espaço de trânsito cultural, e não de separação espacial estrita.

Palavras-chave


Mozambican poetry; Noémia de Sousa; African Diaspora; chorality; resistance.

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DOI: https://doi.org/10.35520/mulemba.2016.v8n14a4320

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