“Está tudo em chinês”: figurações da China, dos chineses e do trabalho nas formas artísticas em Angola

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DOI:

https://doi.org/10.35520/mulemba.2026.v18n34e72826

Abstrakt

Desde as Cartas de Pequim (2003), de Viriato da Cruz, passando pelo romance O planalto e a estepe (2009), de Pepetela, as figurações da China, dos chineses são construídas em tensões e contradições que envolvem a memória do campo político e econômico de ambos os países. Mais recentemente, outras formas artísticas como o filme Nossa Senhora da Loja do Chinês (2022), com roteiro e realização de Ery Claver, e a canção “Trabalho” (2016), de Paulo Flores, bem como o romance Os transparentes (2012), de Ondjaki anunciam pontos de convergência em sua configuração, quanto às relações de trabalho. Isto posto, esse texto pretende pensar o processo social, as interações linguísticas e as percepções do mundo contemporâneo do trabalho, presentes na composição dessas obras em Angola.

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Opublikowane

2026-07-24

Numer

Dział

Diálogos Interartes: imagem, história, legibilidade