Historicizando la estética de lo cool: africanismos en contexto
DOI:
https://doi.org/10.58786/rbed.2025.v4.n8.72031Palabras clave:
Dança, Africanismo, Capoeira, Estética do coolResumen
Este artículo historiza la omnipresente rúbrica analítica de identificar los puntos en común africanistas, remontándose a «la estética de lo cool» propuesta por el historiador de arte estadounidense Robert Farris Thompson a finales de la década de 1960 y principios de la de 1970. En mi argumentación, me baso en mi propia trayectoria investigadora, reflexionando sobre por qué inicialmente utilicé esta lente analítica, pero más tarde decidí centrarme en personas, lugares y períodos de tiempo específicos. Al examinar en detalle la obra de Thompson —su metodología y sus fuentes, incluidas las ideas del proyecto «Choreometrics» de Alan Lomax— se revela un marco analítico que es en gran medida producto de un lugar y una época (los Estados Unidos de la década de 1960) más que un conjunto de puntos en común africanistas universales.
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