iLhas: poéticas e políticas entre danças, cidades e mulheres
DOI:
https://doi.org/10.58786/rbed.2024.v3.n5.64246Palavras-chave:
Dança em espaços urbanos, Dança e Política, Cidade, Cênica Feminista, Feminismo DescolonialResumo
Este artigo parte da pesquisa de doutorado, Danças, cidades e ocupações: poéticas e políticas do agir da dança contemporânea em espaços urbanos, na qual investiga-se práticas da dança contemporânea em espaços urbanos e suas relações entre cidade, corpo, dança e performatividade. Nesse recorte é trazido para análise a vídeo-performance iLhas (2021) de Marina Guzzo junto a um coletivo de mulheres na região da Baixada Santista (SP), relacionando-a às reflexões geradas e movimentadas pelo doutorado com os estudos de uma cênica feminista (Romano, 2023), do feminismo descolonial (Lugones, 2014) e da coreopolítica (Lepecki, 2011).
Referências
ARENDT, Hannah. A condição humana. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2013.
BRITTO, Fabiana D., & JACQUES, Paola B. Cenografias e corpografias urbanas: um diálogo sobre as relações entre corpo e cidade. Cadernos PPG-AU/FAUFBA, v.7(2), 2008. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/ppgau/article/view/2648. Acesso em: 15 de jan 2024.
FERDINAND, Malcon. Uma ecologia decolonial: pensar a partir do mundo caribenho. São Paulo: Ubu Editora, 2022.
GUZZO, M. S. L. Coreografar o comum: aproximações deformativas para territórios. Rev. Gest. Ambient. e Sust. - GeAS, 10, 1-21, e18438, abril de 202.
HARAWAY, Donna. Antropoceno, Capitaloceno, Plantationoceno, Chthuluceno: fazendo parentes. ClimaCom –Vulnerabilidade, Campinas, ano 3, n. 5, 2016.
KOPENAWA, Davi & BRUCE, Albert. A queda do céu - palavras de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
LEPECKI, André. Coreopolítica e coreopolícia. Revista Ilha. v. 13, n. 1, p. 41-60, Jan/jun 2011. DOI: http://dx.doi.org/10.5007/2175-8034.2011v13n1-2p4. Disponível em:https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/2175-8034.2011v13n1-2p41/23932. Acesso em: 20 de set. 2023
LEPECKI, André. Exaurir a dança: Performance e a política do movimento. São Paulo: Annablume, 2017.
LEPECKI, André. Movimento na pausa. São Paulo: N-1 edições, 2020. Disponível em: https://www.n-1edicoes.org/textos/147. Acesso em: ago. de 2021.
LESLIE, Kern. Cidade feminista: a luta pelo espaço em um mundo desenhado por homens. Rio de Janeiro: Oficina Raquel, 2021.
LUGONES, María. Rumo a um feminismo descolonial. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, 22(3): 320, p. 935 -952, setembro – dezembro/2014.
MARTINS, Leda. Performances da oralitura: corpo, lugar da memória. Letras, (26), 63–81, 2003.
ROMANO, Lucia. A cênica feminista e o espaço e importância das epistemologias feministas no campo teatral. Texto disponibilizado pela autora no contexto da disciplina ““Diversidade e propostas contra-hegemônicas de interpretação na cena expandida” no Instituto de Artes Unesp - Campus SP, São Paulo, 2023.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2014.
SARDENBERG, Cecilia M. B. O pessoal é político: conscientização feminista e empoderamento de mulheres. Inc. Soc., Brasília, DF, v.11, n.2, p. 15-29, jan./jun. 2018.
VILELA, Lilian Freitas. Uma vida em dança: movimentos e percursos de Denise Stutz. São Paulo: Annablume, 2013.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
As pessoas autoras que publicarem na Revista Brasileira de Estudos em Dança são os responsáveis pelo conteúdo dos artigos assinados e retém os direitos autorais. Concedem à revista o direito de primeira publicação com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição-Não Comercial 4.0 (Open Archives Iniciative - OAI). Esse recurso, utilizado para periódicos de acesso aberto, permite o compartilhamento do trabalho para fins não comerciais com reconhecimento da autoria. Caso o texto venha a ser publicado posteriormente em outro veículo, a pessoa autora deverá informar que o mesmo foi originalmente publicado como artigo na Revista Brasileira de Estudos em Dança. Assim sendo, ainda que a revista seja detentora da primeira publicação, é reservado às pessoas autoras o direito de publicar seus trabalhos em repositórios institucionais ou em suas páginas pessoais, mesmo que o processo editorial não tenha sido finalizado.
É reservado à revista o direito de realizar alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical visando manter o padrão de língua, respeitando-se, porém, o estilo autoral.