HIPÓTESE-CINEMA: MÚLTIPLOS DIÁLOGOS

Marilia Franco

Resumo


Neste texto, procuramos traçar um rápido panorama histórico das relações entre cinema, sociedade e educação no início do século XX, no mundo ocidental, de modo a entender em que caldo de cultura estamos mergulhados, para desenvolver um projeto de formação cinematográfico/audiovisual a partir do espaço escolar. Ilumina-nos a proposta da “Hipótese- Cinema” apresentada por Alain Bergala, mas refletimos também sobre as especiais condições do consumo audiovisual estrangeiro a que somos submetidos e que consequências isso traz para a hipótese alteridade que deve predominar nos fundamentos da educação escolar.

Palavras-chave


Cinema. Filme. Educação.

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Referências


ALMEIDA, Joaquim Canuto Mendes de. Cinema contra cinema. São Paulo: São Paulo Editora Ltda., 1931.

BERGALA, Alain. A hipótese-cinema: Pequeno tratado de transmissão do cinema dentro e fora da escola. Rio de Janeiro: Booklink; CINEAD-LISE -FE/UFRJ, 2008.

GOMES, Paulo Emílio Salles. Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra/Embrafilme, 1980.

MORIN, Edgar. Cinema ou o homem imaginário. Lisboa: Moraes Editores, 1970.

ROQUETTE PINTO, Edgard. O Instituto Nacional de Cinema. In: Revista do Serviço Público. Rio de Janeiro, v. I, n. 3, Ano VII, março, 1944.




DOI: https://doi.org/10.20500/rce.v5i9.1597

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RCE, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. ISSN 1809-5747

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