FEMINIZAÇÃO POLÍTICA E CONFEDERALISMO DEMOCRÁTICO: PRÁTICAS DE RESISTÊNCIA EM ROJAVA
DOI:
https://doi.org/10.59488/0032Abstract
Movimentos de resistência política organizados para libertar o Curdistão Sírio da opressão do Estado Islâmico e de países vizinhos têm obtido resultados consideráveis na reorganização da sociedade. Com base em princípios éticos amparados por uma cultura feminina libertária, estão conduzindo uma transformação radical da política, da economia e de aspectos da cultura local. O fortalecimento do poder das mulheres a partir de coletivos e comunas estremeceu as estruturas patriarcais de dominação que instituem o Estado-nação e o capitalismo, constituindo uma organização política profundamente democrática e um modelo econômico de base coletivista e ecológica. Esse amplo e revolucionário processo sociopolítico é analisado com base às noções de resistência e militantismo, adaptados de Michel Foucault, com fins de compreender os sentidos políticos das lutas empreendidas e as intensidades das rupturas efetivadas. Identificamos que a resistência em Rojava se assemelha a um modelo de democracia radical, que se descola do rigor de teorias acadêmicas e se destaca por seu forte caráter de inovação política.
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