Uses of the preposition “em” by Italian speakers in learning Brazilian Portuguese: a linguistic-ecosystemic perspective

Authors

DOI:

https://doi.org/10.31513/linguistica.2024.v20n2a64049

Abstract

This paper presents a research project within the framework of the “Epistemes e tradições linguísticas e literárias para o ensino de português brasileiro em contexto italiano” project, linked to the research group “UFG-CNPq — Rede de estudos da língua portuguesa ao redor do mundo”, e ao projeto “REDE/Itália — O português brasileiro em contexto italiano: aspectos sociais, políticos e linguísticos”. The general objective of REDE/Itália is to provide support for the teaching of Brazilian Portuguese as an additional language in the Italian institutions involved, as well as to promote integration between researchers from PPGLL-UFG and Italian universities. Considering this context, the specific objective of this study is to analyze the uses of the preposition “em” by Italian speakers as their native language in learning Brazilian Portuguese as an additional language. To verify how prepositions are being used to encompass meanings beyond the prototypical, we selected 5 exemplificative texts taken from a corpus of 20 texts produced by Italian students learning Brazilian Portuguese at the Centro Cultural Brasil-Itália (CCBI) in Rome. The theoretical framework is based on Linguística Ecossistêmica (LE), focusing on the Ecologia das Relações Espaciais (ERE), as developed by Couto (2017). Regarding the results, we identified that out of twenty-seven instances of the use of “em”, nineteen presented a prototypical use, while eight denoted non-prototypical uses. This higher frequency of the prototypical use of “em” suggests that students avoid exploring less conventional uses of the preposition as a safer communication strategy while developing proficiency in the target language.
Keywords: REDE/Itália Project. Brazilian Portuguese. Preposition “em”. Linguística Ecossistêmica. Ecologia das Relações Espaciais.

Author Biographies

Stephanie de Carvalho Guerra, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Possui graduação em Linguística pela Universidade Federal de Goiás (2020). Em 2023.1, concluiu o mestrado em Estudos Linguísticos no Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística pela mesma instituição. Desenvolve pesquisa na área de Linguística Ecossistêmica, com ênfase no ensino de língua portuguesa como língua adicional. Também tem interesse pelos seguintes temas: Linguística Cognitiva, Interculturalidade, Identidade e Decolonialidade.

Elza Kioko Nakayama Nenoki do Couto, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Fez o Mestrado e Doutorado em Língua Portuguesa (PUC-SP). Atualmente é professora Titular da Universidade Federal de Goiás. Vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística. Orienta trabalhos de Mestrado e Doutorado na área de Linguística com ênfase em Análise do Discurso, Ecolinguística, Linguística Ecossistêmica, Análise do Discurso Ecológica, Antropologia do Imaginário. Desenvolveu estágio pós-doutoral sobre a linguagem dos ciganos kalderash de Aparecida de Goiânia, na Universidade de Brasília. Desenvolveu estágio pós-doutoral na Universidade de Bolonha (Itália) sob a supervisão do professor Roberto Mulinacci. É líder, no Diretório do CNPq, do NELIM (Núcleo de Ecolinguística e Imaginário). Publicou os livros Em busca da casa perdida: Vozes e imaginário de meninos de rua (2005), Ecolinguística e imaginário (2012), Ecolinguística: Um diálogo com Hildo Honório do Couto (2013). Desenvolve, com bolsa PQ do CNPq, o projeto a Linguagem Rural Brasileira: Gramática e Discurso. É representante regional (Brasil) da Análise do Discurso Ecológica/Ecossistêmica (Critical Ecosystemic Linguistics) no Steering Group da International Ecolinguistics Association, localizada na University of Gloucestershire, Reino Unido. Participa como pesquisadora da Rede de Estudos da Língua Portuguesa ao Redor do Mundo, coordenado pela profa. Dra. Vânia Casseb Galvão (UFG)

Published

2024-08-21