Giulio Carlo Argan e Eugenio Battisti: Novas Diretrizes para a Crítica de Arte Italiana

Fernanda Marinho

Resumo


Os historiadores e críticos de arte Giulio Carlo Argan e Eugenio Battisti, nascidos em Turim no início do século XX, representam a importante corrente teórica da crítica de arte formada por Lionello Venturi. Esse artigo propõe uma análise do cenário da crítica italiana a partir de 1950, quando se estabelecem os embates entre o pensamento venturiano e aquele de Roberto Longhi. Através da recepção dos Macchiaioli florentinos na primeira metade do século XX, abordaremos o conceito de liberdade no âmbito do processo criativo decorrente das experiências impressionistas. Posteriormente, confrontaremos dois textos de Argan e Battisti de 1958 e de 1963, respectivamente, nos quais ambos analisam o cenário da historiografia artística e suas novas diretrizes na Itália de então.


Palavras-chave


Giulio Carlo Argan. Eugenio Battisti. Roberto Longhi. Crítica de arte. Historiografia da arte.

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.24206/lh.v6i2.32219

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