Pensar e sentir sobre comida com o Terreiro-Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango
DOI:
https://doi.org/10.70051/mangt.v5i2.68275Palavras-chave:
Gastronomia, Comunicação intermundos, Comida, Manzo Ngunzo Kaiango, SagradoResumo
Este relato parte da minha vivência junto ao Terreiro-Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango (MNK), com o objetivo de compreender como a comida atravessa suas práticas sagradas e comunitárias. A partir do conceito de comunicação intermundos, discuto como os alimentos operam como tecnologias sensíveis e espirituais que conectam mundos humanos, ancestrais e mais-que-humanos. No MNK, a comida vai além da nutrição: ela comunica, cura, funda vínculos e ativa saberes ancestrais. A cozinha é o coração do terreiro – espaço de preparação ritualística, convívio e aprendizado coletivo. Em diálogo com lideranças como Makota Kidoiale e Joana Sessiluanvy, observo como práticas como o padê, os ebós e o Banquete da Kukuana expressam modos de existência baseados no cuidado, na memória e na reciprocidade.
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