Entre a figura histórica e o personagem ficcional: uma análise crítica da série “Carême: o rebelde da culinária”

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70051/mangt.v6.e69544

Palavras-chave:

Gastronomia, Marie-Antonin Carême, Série de streaming, História da Gastronomia, Haute cuisine

Resumo

Em 2025 a rede de streaming Apple TV+ realizou o lançamento mundial de sua série de streaming “Carême” (que em português ganhou o subtítulo de “O rebelde da culinária”). A série retrata provavelmente o período compreendido entre 1803 e 1804, tomando como referência o ano em que Carême começa prestar serviços para o príncipe Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord e a data da coroação de Napoleão Bonaparte como Imperador da França. Desenvolvida em oito capítulos, a trama se desenvolve a partir de personagens reais conduzidos em uma narrativa que é, em grande parte, ficcional.  Considerando o apelo da série junto a estudantes de gastronomia e interessados em geral pelo tema, a análise aqui proposta tem como objetivo estabelecer um paralelo entre narrativas estabelecidas pela série e os registros das obras de Ian Kelly (2005) e de Marie-Pierre Rey (2021), dois livros dedicados à vida do grande chef.

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Biografia do Autor

Maria Henriqueta Sperandio Garcia Gimenes-Minasse, Comida na Cabeça

Bacharel em Turismo, Mestre em Sociologia e Doutora em História (UFPR). Especializações em Planejamento e Gestão do Turismo (UFPR) e Inovação em EAD (UAM) e MBA em Gestão da Experiência do Consumidor (ESPM). Professora e pesquisadora das áreas de Hospitalidade, Turismo e Gastronomia. 

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Publicado

24-06-2026

Edição

Seção

Resenhas críticas