Archives
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Arte e sensibilidades no enfrentamento ao horror contemporâneo
Vol. 31 No. 50 (2025)Arte & Ensaios presents its 50th issue, titled “Art and Sensibilities in Confronting Contemporary Horror.” In the current context of the rise of far-right governments, how should political action be addressed in artistic production?
In times when we witness, somewhat passively, the massacre of civilian populations in the suburbs and ghettos, and even attempts at coups d’état aimed at establishing dictatorial regimes that suppress constitutional rights and guarantees, how can art awaken diverse sensibilities from their lethargy? -
The arts school as a studio
Vol. 31 No. 49 (2025)Arte & Ensaios presents issue 49, entitled “The art school as a studio,” celebrating the 40th anniversary of the founding of PPGAV/EBA/UFRJ with an interview and dossier on this anniversary, as well as articles responding to the call with a question: whether as a teacher, researcher, or student, how is the artist's production provoked by their experience in the teaching space and how is it reverberated?
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Poéticas sonoras na arte contemporânea
Vol. 30 No. 48 (2024)Arte & Ensaios apresenta o número 48, correspondente à chamada pública Poéticas sonoras na arte contemporânea, publicada em maio de 2024 como convite à escrita de artigos que abordassem relações entre arte e manipulações sonoras, com ênfase em experiências e diálogos implicados na investigação dos aspectos mais fundamentais do som conectados com o campo das artes visuais.
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Transes, tranças, transas: inscrições corpóreas
Vol. 28 No. 44 (2022)Arte & Ensaios apresenta o número 43, correspondente à chamada pública Transes, tranças, transas, publicada em dezembro de 2022.
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Transes, tranças, transas
Vol. 28 No. 43 (2022)Arte & Ensaios apresenta o número 43, correspondente à chamada pública Transes, tranças, transas, publicada em dezembro de 2021. -
ÍNDIXS-NEGRXS
No. 38 (2019)Entendemos que urge dedicar dois números as artes visuais realizadas por negrxs e indígenas entre nós. O primeiro dos números chamamos de NEGRXS-ÍNDIXS (37), o segundo (38) denominamos de ÍNDIXS-NEGRXS. Tratar-se-á de acolher e dar visibilidade a produções sobre a arte e imagens da negritude, sobre os povos originários ameríndios e suas práticas artísticas entre nós, brasileirxs. As relações políticas (e biopolíticas) de exclusão do sistema de arte de negrxs e índixs. Mais que isso, as potências disruptivas e de contrapoder que, justamente, essas práticas artísticas minoritárias engendram. -
NEGRXS-ÍNDIXS
No. 37 (2019)Entendemos que urge dedicar dois números as artes visuais realizadas por negrxs e indígenas entre nós. O primeiro dos números chamamos de NEGRXS-ÍNDIXS (37), o segundo (38) denominamos de ÍNDIXS-NEGRXS. Tratar-se-á de acolher e dar visibilidade a produções sobre a arte e imagens da negritude, sobre os povos originários ameríndios e suas práticas artísticas entre nós, brasileirxs. As relações políticas (e biopolíticas) de exclusão do sistema de arte de negrxs e índixs. Mais que isso, as potências disruptivas e de contrapoder que, justamente, essas práticas artísticas minoritárias engendram. -
PÚBLICA
No. 36 (2018)PÚBLICA quer tratar do espaço público como lugar de arte e ativismo, na medida em que a discussão sobre o tema é inseparável da noção de democracia. No feminino, o termo potencializa a noção de esfera pública para além das concepções espaciais e topológicas, e ainda se dissemina para as contribuições das mulheres e sua presença cada vez maior em todos os âmbitos da política e da vida pública.
O tema PÚBLICA abrange também as iniciativas artísticas colaborativas, os espaços de auto-gestão, o dilema da reificação da autoria, as relações entre público e privado, a esfera da recepção artística e o papel da crítica, frente às urgências contemporâneas.
PÚBLICA considera a interseção de todos os âmbitos da vida, pensando o público não somente como consenso, mas como dissenso e lugar da diferença.
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[Eventos no horizonte]
No. 35 (2018)Por meio da inversão de termos do tema escolhido para a última edição - [Horizontes de Eventos] -, propomos na A&E 35 pensar sobre a singularidade e a multiplicidade de eventos como campo de possibilidades de transformação, tanto no passado quanto no presente. Ensaios visuais que abordem questões referentes à relação entre arte e espaço público, imanência de ações e proposições artísticas, práticas e trânsitos da arte, ativismo artístico e partilha do sensível. -
[Horizonte de eventos]
No. 34 (2017)[Horizonte de eventos] é o termo que designa o espaço em torno do buraco negro. Um lugar de gravidade absoluta, pura atração, onde tudo o que dele se aproxima, na região chamada horizonte de eventos, passa a girar na mesma direção e velocidade da gravidade do buraco, até ser sugado por ele. Logo que absorvida, a matéria é convertida em singularidade. Ou seja, nada desaparece; tudo se transforma na mesma substância do buraco -- singularidade.É dessa capacidade de transformação da matéria e composição de singularidades que trata a edição 34 da Revista Arte & Ensaios sob o tema [Horizonte de eventos]. A revista discute um avizinhamento de fronteiras cada vez mais esgarçadas entre a arte e os horizontes nebulosos que se apresentam. Encontramos na ideia de buraco negro a sugestão de que mesmo no momento máximo da escuridão, há [horizonte de eventos] e possibilidades de criação.
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Eclipse
No. 32 (2016)Arte & Ensaios n.32 foi produzida em meio às consequências do incêndio no prédio da Reitoria da UFRJ -- o desabrigo institucional da EBA e FAU em uma universidade já carente -- e, ainda, à instauração de condições adversas à arte, à educação pública, à cultura e à própria sociedade brasileira. Esta edição, que tem como tema Eclipse, abre com conversa com o artista David Cury que trata, em particular, de seus trabalhos recentes, de forte teor político. Agradecemos sua generosa participação.
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Ponto Cego
No. 29 (2015)Ponto Cego, o tema desta edição de Arte & Ensaios, busca pensar a arte na transnacionalidade e em novas instâncias políticas.