PANORAMA DE LA INSERCIÓN DE LA TERAPIA OCUPACIONAL EN EL SUAS DEL NORDESTE
DESIGUALDADES REGIONALES Y DESAFÍOS PARA LA PROFESIÓN
DOI:
https://doi.org/10.47222/2526-3544.rbto69371Palabras clave:
Terapia Ocupacional, Asistencia Social, Mercado Laboral, Nordeste, AlagoasResumen
Introducción: Desde el reconocimiento formal de la terapia ocupacional como profesión del Sistema Único de Asistencia Social (SUAS) en 2011, se observa una ampliación de su incorporación en los servicios socioasistenciales. Este crecimiento ha fomentado la producción de investigaciones para comprender mejor la inserción profesional en esta política. Métodos: Se trata de un estudio de levantamiento cuyos datos fueron producidos a partir del Censo SUAS, ediciones de 2011 a 2023. Resultados: Se constató una reducción acentuada de profesionales en el SUAS en el Nordeste entre 2011 y 2012, seguida de oscilaciones y una tendencia decreciente a partir de 2020. Desde 2015, con la inclusión de los Centros de Día en el Censo SUAS, se verificó una alta concentración de la categoría en dichas unidades. Alagoas, que cuenta con la mayor parte de los profesionales en el SUAS en la región, presentó la gran mayoría de terapeutas ocupacionales trabajando en la capital, casi todos en los Centros de Día. El vínculo laboral bajo régimen celetista en el sector privado es predominante, coexistiendo con vínculos precarios y una baja presencia de concursos públicos. Discusión: Los hallazgos corroboran tendencias ya identificadas en otros levantamientos: predominio de la actuación en entidades del tercer sector, sobre todo en los Centros de Día, y baja presencia en unidades de administración directa. Las relaciones laborales revelan un predominio del vínculo celetista privado y otras formas precarias, en disonancia con la NOB-RH/SUAS. La concentración geográfica en capitales refuerza desigualdades territoriales. Conclusión: Estos elementos evidencian la necesidad de políticas que amplíen la interiorización, fortalezcan vínculos estables y aseguren la inserción de la categoría en servicios estatales, alineando la organización del trabajo con las directrices del SUAS y con la garantía de derechos.
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