Paisagens Híbridas

O número de abertura da Revista Paisagens Híbridas  formulou um dossiê cuja abordagem temática parece pouco convencional, na medida em que, afinal, demarcamos simbolicamente o nascimento de uma revista abordando uma temática antagônica ao advento do nascimento, relacionada à ideia de finitude, perecimento, extinção, perda, aniquilamento. Portanto, a morte foi o tema selecionado para que os ensaístas convidados pensassem inúmeras possibilidades capazes de refletir as relações, no cotidiano, de uma paisagem onde o fluxo e o pulsar da vida são alterados pela instalação do fim, enunciado pelo espectro da morte, de todas as coisas. Portanto, o leitor perceberá, no mosaico de textos que formam o número de abertura da nossa Revista, como as visões sobre vida e morte são amplamente moldadas pela trans-historicidade e trans-culturalidade, que operam um desenho dos cotidianos da paisagem marcado pela transversalidade que referenciam os olhares de um corpo social que ainda rejeita ou, no mínimo, têm limitações de compreender e elaborar o fim da existência da vida no mundo.

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v. 1, n. 2 (2018): Amazônias, Cidades e Jardins


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